| Até que a Morte os Reúna nos Curtas Gaúchos da RBS TV |
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Dia 19 de janeiro, às 12:20, a RBS transmitirá o curta-metragem Até que a Morte os Reúna, dirigido por minha irmã, Martina Dreyer, e baseado em um conto homônimo de minha autoria. Quanto ao roteiro, eu e a Martina o criamos juntos, com nossas quatro mãos - sendo que as mãos dela trabalharam um pouco mais do que as minhas.
O conto - pequeno, de uma só página - pode ser lido aqui: Até que a Morte os Reúna.
Para ler a página de divulgação da Zero Hora, com toda a programação dos Curtas Gaúchos para as próximas semanas, clique em Curta que é daqui.
Sábado, 29 de Dezembro de 2007
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| - Lourenço |
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| Contato |
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Aviso: não utilize o formulário para contato disponível na seção "Contato". Os spams tomaram conta do espaço... Utilize o email lourenco@lourencodreyer.com.
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| - Lourenço |
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| Manual do Leitor |
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Decidi escrever alguns parágrafos sobre a maneira correta de se ler os meus poemas. Para começar, peço que pessoas acometidas por depressão ou indiferença não leiam o que escrevo - nesse estado de espírito, não encontrarão nenhum sentido em minhas palavras. Na verdade, meus poemas pressupõem um excesso de sentido por parte do leitor, numa leitura obsessiva ou paranóica. Assim, se em algum poema você se deparar com a palavra 'cemitério', tenha certeza de que com ela estou me referindo a tudo o que você já pensou, sentiu ou experimentou em relação a cemitérios. Se você já usou um cemitério para transar ou se entorpecer, pode ter certeza de que estou me referindo a isso; se, no entanto, tudo o que essa palavra lhe traz à memória é a morte de algum parente ou amigo, então - não duvide - é a isso mesmo que me refiro... O mesmo vale para quase todas as palavras, sejam verbos, adjetivos, substantivos - quem sabe até preposições. O conteúdo, em meus poemas, é a imaginação de quem lê. Aqui vão algumas dicas sobre como atingir um estado de paranóia ou obsessão. Os populares e variados veneninhos, por serem óbvios, não serão indicados. Enfim, antes de ler os meus poemas, ponha em prática algum destes procedimentos:
-imagine que meus poemas foram ditados por algum demônio, e que contêm a fórmula perfeita do que quer que seja;
-concentre-se e acredite que meu livro contém a história de toda a sua vida - passada e futura; em seguida, descubra que isso é a mais pura verdade;
-antes de começar a ler, sente-se numa cadeira (de preferência com rodinhas) e escute repetidamente alguma música repetitiva, balançando-se para frente e para trás (para dar vazão ao seu autismo reprimido);
-to be continued... E boa leitura!
Quinta-Feira, 15 de Setembro de 2005
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| - Lourenço |
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| Ode Triunfal |
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"À dolorosa luz das lâmpadas elétricas da fábrica Tenho febre e escrevo." Alvaro de Campos
Quinta-Feira, 04 de Agosto de 2004 |
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| - Lourenço |
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| ______________Até Que a Morte os Reúna |
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Estou de volta à Porto Alegre, acompanhando a correria da gravação do curta metragem que minha irmã (Martina Dreyer) está dirigindo, "Até Que A Morte Os Reúna", baseado no conto homônimo de minha autoria. Elaboramos o roteiro em conjunto, também. Para ler o conto: http://www.lourencodreyer.com/contos.php?id=38&wtd=selection.
Sábado, 2 de julho de 2005
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| - Lourenço |
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| Entrevista com o poeta Lourenço Dreyer, por João Paulo Rodrigues |
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Você acha que com o apoio à leitura que o governo federal tem implementado o público de poesia vai deixar de ser tão restrito, ou que esse apoio servirá para aproximar o público da literatura produzida na atualidade, tendo em vista que as preferências populares na maioria das vezes se contrapõem a incentivos culturais?
O público leitor de poesia é e sempre foi restrito, em qualquer lugar do mundo. No Brasil é ainda menor, porque nenhum tipo de literatura tem muito público por aqui. No mais, sou um individualista: não acho que mudanças desse porte estejam ao alcance do governo. Além do mais, nunca vi o governo fazer algo de bom pela literatura, em nenhum lugar do mundo.
Leia a entrevista completa, em : http://www.editorazouk.com.br/textos_complementares_017.html.
Terça-feira, 17 de Maio de 2005 |
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| - Lourenço |
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